Lalita (!)
Lalita (!)
Minha vida é um vácuo
onde os ventos medonhos
cheios de agruras me rodeiam
e o meu coração de leão
geme mais do que rosna
o que será de mim
sem o calor da tua luz (?)
eu que só sei me lamentar
à sombra d'um salgueiro
Mas
se o poema se fizer sonho e fugir como as aves
(...) Ah Lalita (!) que ele voe veloz
como as gaivotas
pousando depois todas incólumes na tua janela
onde os ventos medonhos
cheios de agruras me rodeiam
e o meu coração de leão
geme mais do que rosna
o que será de mim
sem o calor da tua luz (?)
eu que só sei me lamentar
à sombra d'um salgueiro
Mas
se o poema se fizer sonho e fugir como as aves
(...) Ah Lalita (!) que ele voe veloz
como as gaivotas
pousando depois todas incólumes na tua janela
aves cujas asas de fazenda cosida por três virgens
fazem lembrar as alvacentas cachoeiras do teu reino
tu então saberias que eu te amo
que eu te quero
que eu morreria por ti
ó doce Lalita (!)
ó linda Devi (!)
fazem lembrar as alvacentas cachoeiras do teu reino
tu então saberias que eu te amo
que eu te quero
que eu morreria por ti
ó doce Lalita (!)
ó linda Devi (!)
.

Nenhum comentário:
Postar um comentário